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O Terror |
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constituíram em administrações locais eleitas em novembro de 1792 e suspeitas de simpatia para com os girondinos, não tinham a mesma linha de conduta de Paris. E, sobretudo, os convencionais enviados pelo grande Comitê como representantes em missão e munidos de plenos poderes reagiram segundo a gravidade da situação e segundo suas tendências pessoais: Saint-Just impõe taxas aos ricos de Strasburgo e Tallien se enriquece em Bordeaux; Lindet estabelece a Paz em todo o oeste girondino sem uma única condenação à morte, e Carrier afoga cerca de três mil vendeanos em Nantes.
A morte de Na França do Terror, com aspectos muito diversos, o único fenômeno universal é a partida dos homens para a guerra. E o Terror? A partir |
![]() Fig. 34.4 |
A partir de outubro, o tribunal
revolucionário, reorganizado sob a pressão dos sans-cullotes,
multiplica o número de vítimas submetidas à punição do Comitê. Nos
últimos três meses de 1793, foram guilhotinados cerca de 200 acusados:
entre eles, Maria Antonieta, o antigo duque de Orléans (que se batizara
inutilmente com o nome de Felipe Égalité), madame Roland, os chefes
girondinos e alguns pioneiros de 1789, como Barnave e Bailly. Para
Robespierre devia haver um terror regulado e circunscrito - esta também
era a ideia de Danton -, o único meio de evitar a repetição dos
massacres de setembro. |
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