![]() Fig.28.1 |
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![]() Fig.28.3 |
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Luís XVI, pelas inexplicadas razões de
sua própria moderação. Mas já é muito tarde para se fazerem ouvir.
Não se pode
Mas o que
fazer dos territórios ocupados? Noutra época, seriam objeto de
negociação: mas todos de os homens e grupos da Convenção estão
presos à engrenagem que entrou em funcionamento em abril e 1792:
falar de paz equivale a ser suspeito de tendências
contra revolucionárias. |
poderemos nos
sentir tranquilos enquanto a Europa, e toda a Europa, não
estiver em chamas. E o montanhês Chaumette exprime ainda melhor o
delírio apaixonado da cruzada revolucionária: O território que separa
Paris de Petrogrado será logo afrancesado, municipalizado e jacobinizado. |
![]() Fig.28.2 |
reagem sobretudo ao avanço revolucionário e à morte do rei: antes que a Inglaterra o fizesse, o papa, o duque de Parma, o rei de Nápoles, já tinham rompido relações com a França. Logo mais, a França terá que fazer frente à Europa inteira. Em alguma semanas, na primavera de 1793, as fronteiras naturais são perdidas. No Reno, Custine é batido pelos prussianos e recua até Landau, conseguindo manter, das conquistas do outono, somente Mayence sitiada: Dumouriez é derrotado na Bélgica pelos austriacos de Cobourg e, por iniciativa própria, faz tratados secretos com o inimigo.
A traição e a Há muito tempo tido como suspeito pelos montanheses, mas defendido por Danton e pela Gironda, Dumouriez termina como Lafayette no ano anterior: depois de ter tentado em vão, marchar sobre Paris com suas tropas, passa para o lado do inimigo, lançando descrédito sobre seus defensores. |
Esta deserção dá a entender bem a
crise da revolução: uma crise de autoridade. A França dos girondinos não
tem um governo para poder enfrentar uma guerra contra a Europa: tendo
que se equilibrar entre generais, o Conselho executivo e a Convenção,
cai na anarquia. |
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