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Chapitre -
1.
La Psychologie
Transpersonnelle.
Historique
A travers toute l'histoire humaine, certains
personnages sont apparus, plus particulièrement des sages et des saints, qui
prétendent avoir eu un contact direct avec la Vérité, avoir eu une intuition
très forte et indescriptible d'une dimension différente de celle vécue par le
commun des mortels. Les écritures sacrées de toutes les religions racontent de
tels cas, à la fois dans l'Antiquité et dans les temps modernes.
Beaucoup de ces personnes sont bien connues comme
Krishna, Gautama le Bouddha, Moïse, Ezéchiel, Ramakrishna, Rama Maharishi,
Teresa d'Avila, João da Cruz et sont représentatives de courants philosophiques
ou religieux ; d'autres, cependant, sont inconnus et font partie du commun des
mortels ; en général, ils gardent ce type d'expérience pour eux, soit parce
qu'ils la considèrent comme trop intime, soit par peur de ne pas être compris ou
d'être traités de fous.
De temps en temps, les hommes de science y sont
soumis, et parfois ils la rendent publique à titre posthume, comme ce fut le cas,
par exemple, de Jung.
Divers noms ont été donnés à ce type d'expérience, tels que: extase mystique,
expérience mystique, expérience cosmique, expérience océanique, expérience
transcendantale, Nirvana, Samadhi, Satori, Royaume des Cieux, Septième Ciel,
etc.
Métodos e
técnicas bastante antigos foram elaborados para se chegar a
obter os seus
resultados... os diferentes métodos de Ioga, O Sufismo, o Zan-zen, o Tai-Chi,
diferentes técnicas de meditação, a Teosofia, o
Rosa-Cruzismo, a Cabala
Judaica, a Maçonaria, a Alquimia, os exercícios de
Inácio de Loiola. A história
e antropologia da Religião, mais particularmente Mircea Eliade,
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tem
demonstrado haver bastante semelhança e convergência entre
todos estes modos.
René Guénon insiste mesmo na existência de um
tronco comum que ele chama de
“a Tradição”.
Nestes quinze últimos
anos, tem-se notado, particularmente nos Estados Unidos, um aumento de
interesse em torno deste tipo de experiência, mas desta vez nos meios
científicos. Vários
fatores têm contribuído para isto. Em Psiquiatria, o uso
de drogas psicodélicas,
mais particularmente o ácido lisérgico LSD, colocou em
relevo a existência de uma entrada em outra
dimensão e de um alargamento do campo da consciência,
provocando a chamada experiência
cósmica ou ASC (Altered State of Consciousness). Os
trabalhos de Einstein e
dos Físicos modernos colocaram em evidência a
existência de dimensões fora do tempo e do espaço,
de antimatéria e
mesmo de antiuniversos. As
viagens espaciais por sua vez parecem
também excitar a imaginação do público
sobre estes assuntos, provocando
indagações sobre a posição do homem no
cosmo. A facilidade das comunicações
aproximou o Oriente do Ocidente e inúmeras pesquisas
psicofisiológicas
colocaram em destaque modificações somáticas mais
particularmente bioelétricas
de grandes místicos em estado de êxtase. Em psicoterapia,
por sua vez, tem-se
notado a influência terapêutica de certos tipos de
experiência culminante
(Peak-Experience de Maslow) com modificação de sistemas de valores.
Todos estes fatos
têm contribuído para que
surja um novo ramo da Psicologia, a Psicologia
Transpessoal que passamos a definir agora.
Definição da Psicologia Transpessoal
A Psicologia Transpessoal é um termo que parece ter sido usado
pela primeira vez por Roberto Assagioli, o criador da
Psicossíntese, e também por
Jung.
Em 1969 surge nos
Estados Unidos a primeira Associação de Psicologia
Transpessoal que publica uma
revista de Psicologia Transpessoal, tendo como editores entre outros
Anthony
Sutich, Michael Murphy e James Fadiman. Entre seus membros, figuram
nomes tais
como: Charlotte Buhler,
Pg.09
Abraham Maslow, Allan Watts, Arthur Koestler,
Viktor
Frankl.
Convém lembrar
que já em 1966 surgia no Canadá uma revista consagrada ao
estudo da consciência
cósmica, sob a direção do psiquiatra Raymond Prince.
A Psicologia Transpessoal é um ramo da
Psicologia especializada no estudo dos estados de consciência;
ela lida
mais especialmente com a “experiência cósmica”
ou os estados ditos “superiores”
ou ampliados da consciência.
Estes estados
consistem na entrada em uma dimensão fora do espaço-tempo
tal como costuma ser
percebida pelos nossos cinco sentidos. É uma ampliação
da consciência comum com visão direta de uma
realidade
que se aproxima muito dos conceitos da física moderna.
Metodologia da Psicologia Transpessoal
Pelos
artigos e livros que estão saindo numa
progressão geométrica,
pode-se delinear um conjunto de tendências metodológicas.
De um lado,
reconhece-se facilmente a influência direta ou indireta dos
diferentes ramos de
psicologia ocidental: experimental, fisiológica,
patológica, clínica,
evolutiva, behaviorista, gestaltista, psicanalítica,
existencial, humanista.
De outro lado,
pode-se diagnosticar uma forte influência dos métodos
orientais tais como o
Ioga, o Zen e o Sufismo seja como objeto de estudo, seja como fonte de
inspiração.
Além disso a
Psicologia Transpessoal lança mão de outras
ciências tais como: a Física,
Biofísica, Genética, Farmacologia, Hipnologia,
Neurologia, Psiquiatria,
Sociologia, Antropologia, entre outras.
Convém
dar um destaque à Parapsicologia. Esta ciência tem,
como se sabe, o objetivo
de estudar certos poderes chamados “paranormais”, usando
mais especialmente
métodos psicométricos tradicionais. Tudo indica que
estes poderes são
concomitantes com os estados especiais de consciência abordados
pela Psicologia
Transpessoal, havendo por conseguinte uma relação
íntima entre duas
especialidades.
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A Psicologia Transpessoal, lançando
mão de todas estas disciplinas científicas, está
caminhando, assim se espera,
para uma síntese progressiva dos dados, síntese esta que
talvez conseguirá
jogar luz cada vez mais intensa sobre o tão complexo assunto da
experiência
transcendental.
Resumo
das Primeiras Hipóteses e
Descobertas
Ainda
é muito cedo para se chegar a um corpo de doutrina solidamente
estabelecido;
pode-se, no entanto, dar uma vista panorâmica dos primeiros
resultados
colhidos, seja através de estudos experimentais com controle das
variáveis,
seja em estudos clínicos, seja ainda sob forma de
análises especulativas.
Um esforço muito grande tem sido
feito para definir operacionalmente a Experiência cósmica
a fim de que qualquer
pessoa possa reconhecê-la e distingui-la de outros estados de
consciência.
Entre as características isoladas
por diversos autores, podemos citar estas:
Unidade:
é
o desaparecimento da
percepção dual Eu-Mundo.
Inefabilidade:
a
experiência não pode ser descrita com
a semântica usual.
Caráter
noético:
um
senso absoluto de que o que é vivido
é real, às vezes muito mais real do que a vivência
cotidiana comum.
Transcendência
do
tempo-espaço:
as
pessoas entram numa oura dimensão; o tempo não existe
mais e o espaço
tridimensional desaparece.
Sentido
de sagrado:
o
senso de algo grande, respeitável e
sagrado está acontecendo.
Desaparecimento
do
medo da morte:
a
vida é percebida como eterna, mesmo se a existência
física é transitória.
Mudança
de sistema
de valores e de comportamento:
muitas
pessoas mudam seus valores no sentido dos valores B de Maslow (Beleza,
Verdade,
Bondade, etc.). Há uma subestimação progressiva
dos valores morais ditos
materiais e do apego ao dinheiro. O “Ser” substitui o
“Ter”.
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Outras características têm sido
assinaladas, mas não são comuns a todas as
experiências, como por exemplo:
Visão de luz deslumbrante, aparição de seres
benéficos e as vezes maléficos, a
concomitância de poderes parapsicológicos e outras ainda.
A realidade desta experiência tem
sido comprovada através de controles eletrocardiográficos
e
eletroencefalográficos; embora haja ainda dúvidas quanto à especificidade
destas reações, elas indicam que algo diferente se passa na fisiologia nervosa
dos indivíduos em estado de êxtase, a tal ponto que se pode acompanhar,
através do ritmo
alfa, o início e o término da experiência; é
verdade que o seu conteúdo
escapa totalmente a este tipo de medida.
Estudos de biofeedback colocaram em
relevo a eventual natureza operante do condicionamento por
eletroencefalograma;
através da retroalimentação, seria
possível obter estados artificiais de êxtase; o
problema é justamente o
da comparação dos conteúdos ou das vivências
entre estes estados condicionados
por sons e o verdadeiro êxtase místico. Ainda
não se tem resposta a isto.
É possível, tal como em psicometria,
criar testes, questionários e inventários e submetê-los a
análises
estatísticas. Algumas experiências já
apareceram e têm sido isolados fatores específicos
através da análise fatorial.
A
Psicanálise, já
no tempo de Freud, emitia a hipótese de que estes estados
– ou “experiência
oceânica”, como a intitulava talvez com certa ironia o
próprio Freud – seriam
regressão ao seio materno. Inúmeras hipóteses
têm sido examinadas em torno
desta tese regressiva; tudo indica que existem estados místicos
de pseudofusão
regressiva nos níveis pós-uterino, intra-uterino e
pré-uterino; as provas da
existência e memória celular (ADN,ARN) e de continuidade
de vida orgânica e
inorgânica, levam a pensar que a experiência seria na
realidade uma regressão
ao nível de potencialização da energia. Os
inúmeros trabalhos sobre o LSD fazem pensar numa tese desta
natureza.
Outros estimam
que, ao contrário de uma regressão, a
experiência cósmica seria um estágio superior da
evolução. Esforços
estão sendo feitos atualmente para traçar mapas
evolutivos e discriminar os
estágios de acesso a esse tipo de experiência. Os mapas de
cinco ou sete fases
são os mais frequentes, influenciados sem dúvida pelos
diferentes tipos de
Ioga.
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Ao
nosso ver, não há nenhuma contradição entre
a tese regressiva
e a evolutiva, já que se trata de uma experiência fora da
nossa dimensão
espaço-temporal,
onde ir para frente ou
para trás não faz mais sentido.
A
hipnologia tem também sua palavra a dizer. Estudos comparativos
estão sendo
publicados, visando confrontar estados hipnóticos nas suas
diversas
profundidades com a experiência cósmica; a tese da
regressão prevalece aqui
também, embora tudo indique igualmente que ela se situa
nível de sono profundo.
Como se sabe,
a abstinência sexual é assinalada por inúmeros autores como sendo um fator
importante neste tipo de experiência; o êxtase sexual seria substituído pelo
êxtase cósmico, havendo uma transmutação da energia sexual. O orgasmo individual
é confrontado com um tipo de orgasmo chamado pelos autores de “orgasmo cósmico”.
Sem dúvida há
relações entre regressão, sono (natural ou hipnótico), orgasmo e experiência
cósmica; que tipo de relação é este, resta ainda por determinar.
A
Psicossociologia tem, com certeza, a sua palavra a dizer; porque
em certos estados
místicos
aparecem conteúdos mentais (Cristo ou Buda por exemplo), ligados
diretamente a
certas culturas religiosas. Este problema está diretamente
relacionado com a
hipótese de Jung segundo a qual o
arquétipo seria uma forma em potencial energético sobre o
qual fatores
culturais vêm se enxertar. É uma hipótese que
é preciso cercar de perto do
ponto de vista experimental.
Falamos
nos arquétipos junguianos. A psicogenética tem com certeza a sua
palavra a dizer neste
assunto bem complexo.
As
experiências com mescalina e LSD, desde Huxley até Leary,
levantam problemas
que merecem análises acuradas, pois estão aí as questões
das relações entre
droga e experiência mística e também entre o que
é alucinação e realidade.
Se
aceitarmos atese de Leary, temos em nós toda uma
aparelhagem que nos permite
penetrar diretamente sem passar pelos canais da ciência, em todos
os domínios
científicos, humanos, animais, celulares, atômicos e mesmo
no “vazio”.
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Segundo
tradição muito antiga, esta aparelhagem seria localizada
na glândula pineal,
chamada de terceiro olho pelos fisiologistas dos batracianos. Recente
simpósio sobre esta glândula destacou a existência
de células fotossensíveis,
fonossensíveis e de secreção de um hormônio
inibidor das glândulas sexuais.
Talvez tenhamos aí um aparelho de TV
multidimensional.
Importância
da Psicologia Transpessoal no Mundo
Moderno
Se
confrontarmos
os esforços imensos desenvolvidos pela ciência ocidental
no sentido de se
aproximar cada vez mais da Realidade e se, de outro lado, pensarmos na
existência de uma possibilidade de controle da mente no sentido
de uma visão
direta desta realidade, de uma percepção
instantânea, temos de reconhecer que
vale a pena investir esforços e energia numa
investigação imparcial e
“objetiva” de tal
possibilidade, mesmo
correndo o risco, próprio a toda ciência, de ter emitido
uma hipótese sem
fundamento.
Mas a
Psicologia
Transpessoal levanta muitos outros problemas cruciais para a
humanidade.
Por exemplo, não sabemos até hoje
muito bem o que significa uma percepção
“normal”, ou mais ainda o que é ser
“normal”; o conceito de normalidade
varia conforme as épocas e conforme as sociedades e culturas.
A
Psicologia Transpessoal está a colocar em questão a
própria legitimidade da
nossa percepção dos cinco sentidos e do nosso
racionalismo cartesiano, fruto de automatismos e
condicionamentos
adquiridos através desses mesmos sentidos.
Está
também colocada em questão o processo tradicional de
classificar como doente
mental toda e qualquer pessoa que tem percepções
inusitadas e provindo
de
áreas fora dos cinco sentidos ou da lógica tradicional.
Até que
ponto grande proporção de pessoas internadas como
psicopatas nos hospitais
psiquiátricos não são, na realidade, pessoas
normais que estavam a caminho de
uma ampliação do seu campo de consciência? Há aí um problema grave que a psiquiatria
terá que enfrentar um dia.
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A Psicologia Transpessoal tem também
sua palavra no fenômeno mundial do uso de drogas, mais
particularmente as chamadas “Psicodélicas”; tudo
indica que os
chamados “viciados” encontram verdades ou estão
à procura delas. Uma
ajuda mais eficiente poderá ser dada quando as autoridades
repressoras forem
melhor esclarecidas sobre a natureza das experiências
psicodélicas e os que
estão à procura das verdades eternas poderão ser
esclarecidos quanto a caminhos
menos danosos ou mesmo inteiramente seguros.
As fronteiras da própria Psicologia
estão sendo rasgadas com o advento
da Psicologia Transpessoal;
o objetivo e o subjetivo,
ao se fundirem
dentro da Realidade total,
constituem uma síntese desafiadora para o
Psicólogo do futuro.
Como diz Carl Rogers: “Talvez na
próxima geração de psicólogos mais jovens,
esperançosamente desembaraçados das
proibições
e resistências universitárias, haja alguns que
ousarão investigar a possibilidade
de haver uma realidade licita, que não
está exposta aos cinco sentidos, uma realidade na qual o
presente, o
passado e o futuro estão interligados, uma realidade que pode
ser percebida e
conhecida somente quando somos
passivamente receptivos, em vez de ativamente inclinados a conhecer.
É um
dos desafios mais excitantes postos à Psicologia”.
Estas palavras de Rogers, pronunciadas
em 1972, projetam para um futuro longínquo algo que já está acontecendo estes
últimos anos. Psicólogos, nem sempre muito jovens, estão atacando o problema com
todos os meios ao seu alcance, acompanhados nesta tarefa por psiquiatras,
sociólogos, antropólogos, lamas tibetanos, swamis hinduístas e grandes místicos
da civilização judeu-cristã.
São estes trabalhos que iremos agora expor
de maneira mais detalhada, começando pelo problema da definição e descrição da
experiência cósmica.
Ao fazê-lo queremos ainda deixar bem claro
algumas posições que assumimos nesta explanação:
Algumas Observações Importantes
1) Adotamos uma
abordagem tipicamente científica no sentido ocidental do termo, isto é,
colocamo-nos num ponto de vista
Pg.15
descritivo, "neutro", procurando citar
trabalhos d observação ou, quando possível, de experimentação com controle
rigoroso das variáveis em jogo. Pois como eu já o expus no meu livro sobre a
Esfinge, estou convencido de que se pode abordar estes problemas dentro de uma
linha behaviorista, incluindo neste termo o comportamento verbal através do qual
podemos atingir os estados ditos "interiores".
2) O fato de abordarmos e descrevermos vários métodos de indução da consciência
cósmica integrante de correntes ideológicas diversas não significa nenhuma
adesão ou recomendação de qualquer uma destas, embora, eu pessoalmente, tenha
experimentado algumas delas.
3) Ao fazê-lo, me coloquei num ponto de vista experiencial no sentido de
Laing. Sei hoje que é possível ter experiências interiores fora do pensamento
lógico e que este último pode ser utilizado depois da experiência. O
confronto de vários depoimentos ou análises permite aos poucos colocar em relevo
o que há de comum entre as experiências de diversas pessoas.
(negrito original do autor)
4) Mais especificamente, no que se refere ao espinhoso assunto das
drogas, como a maconha e o LSD, quero também frisar que:
O fato de eu citar trabalhos experimentais em
nível universitário não significa que eu esteja recomendando o uso
indiscriminado de drogas psicodélicas, uso que está conduzindo muitos jovens
a estados descontrolados de psicose.
5) Exposições como esta que estamos apresentando podem levar muitas pessoas a
uma procura desesperada de estado permanente e utópico de "Nirvana",
levando-as a querer viver fora da realidade quotidiana.
Quero lembrar aqui que os grandes místicos que eu
vi em Ashrams indianos ou mosteiros tibetanos também
cuidam de assuntos administrativos, de detalhes de construção, de assinar
cheque e de buscar o leite na hora certa. No entanto a maneira de executar estas
tarefas terrenas é impregnada de uma consciência ampla e de um controle da mente
nas suas ações quotidianas.
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6) Dificuldades semânticas devidas a
imprecisões e pobreza do vocabulário ocidental nos forçarão, às vezes, a usar
termos sânscritos, tibetanos ou hebraicos, pois estas línguas são muito mais
desenvolvidas neste terreno. Daremos o seu significado na hora oportuna.
Mais especificamente no que se refere ao termo "Consciência Cósmica", o usamos,
mesmo a título provisório; se de vez em quando aparecem outros termos como
Estágios superiores de Consciência, ASC, Experiência Mística, isto é devido ao
fato de que há ainda uma certa indeterminação de termos na nossa civilização
ocidental.
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